O desenvolvimento psicológico do bebê recém-nascido

O bebê, desde o primeiro dia de vida, também precisa de cuidados psicológicos quando apresentar dificuldade de comportamento ou aprendizagem tal qual como o escolar, adolescente ou adulto, ele deve ser tratado com o maior respeito e carinho desde o primeiro minuto de vida.

Porém seus problemas são outros: dificuldades de mamar, conciliar o sono, tendência a vômitos ou cólicas, prisão de ventre ou evacuações diarreicas dolorosas, mal-estar devido a febre alta ou demorada, erupções que coçam na pele, sensibilidade exagerada aos ruídos, à luz forte, resistência a se adaptar ao horário de disciplina estabelecida.

A presença amorosa e tranquilizadora da mãe, seu contato com ela desde o primeiro momento, o colo, o embalo, o carinho, o sorriso, a voz suave, as canções em sussurros, a maneira acolhedora de segurá-lo e o socorro aos seus problemas ensinarão que o mal-estar e a frustração têm um limite e que depois dela virá a gratificação (alimentos gostosos, um banho agradável, um ambiente alegre e um brinquedo ou objeto amado…).

O bebê nascido de gravidez acidentada, de parto difícil, demorado ou cirúrgico, com necessidade de manobras de reanimação (massagens, ventilação, incubadora) que não tenha tido leite materno e ao recorrer ao leite artificial apresente grave e demorada rejeição (vômitos, diarreia, desidratação, cólicas terríveis, parada de peso), terá probabilidade de apresentar problemas na sua evolução motora, psíquica e equilíbrio emocional.

Um dos aspectos mais importantes do relacionamento mãe e filho é o que se refere ao olhar que se estabelece entre ambos. A mãe o olha da cabeça aos pés e o possui através desse olhar; o bebê primeiro olha o seio depois o rosto materno e, além de tudo, se sente também olhado adquirindo assim a primeira experiência como pessoa.

Através da expressão da fisionomia materna o bebê sentirá confiança e segurança que todo filho deposita em sua mãe. É este o motivo de, no futuro, toda vez que estiver em dificuldade, a primeira atitude será gritar: mamãe! A alimentação ao seio materno constitui a chave principal da boa saúde mental, tanto para quem dá o leite como para quem o recebe.

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  1. Neri em 16 de julho de 2013 às 9:17

    gostei muito dessa pagina

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