A importância da vitamina D na alimentação das crianças

A vitamina D (colecalciferol), compreende um grupo de vitaminas que favorecem a absorção de cálcio pelo intestino delgado tendo função essencial no mecanismo de mineralização óssea. A carência de vitamina D provoca o raquitismo em crianças.

É sintetizada na pele, sob a ação da luz solar, a partir de seu precursor, o 17-deidrocolesterol, presente na gordura e na pele, portanto, não é dieteticamente essencial; o grau de pigmentação da pele e a pouca exposição à luz ultravioleta solar afetam essa síntese.

Teoricamente, em nosso meio não haveria necessidade da ingestão de vitamina D; entretanto, o inverno, a neblina, a poluição ambiental e o hábito de se manterem as crianças com muita roupa ou dentro de casa a maior parte do dia podem provocar a deficiência dessa vitamina.

Como o lactente, especialmente nos primeiros meses de vida, pode não ficar exposto à irradiação ultravioleta por período suficientes, deve ser indicada a suplementação de Vitamina D a partir do primeiro mês de vida nas doses profiláticas de 400 UI/dia, mesmo para aqueles em aleitamento materno, quando não pode garantir que a exposição selar proporcione vitamina D ao lactente nas proporções adequadas. O prematuro pode ter necessidades maiores de vitamina D.

A recomendação diária (NRC, 1989) quanto à vitamina D para crianças até 6 meses de vida é de 7,5 mcg e dos 6 meses aos 6 anos 10 mcg. O azeite de fígado de bacalhau é uma fonte desta vitamina; fígado, ovo e manteiga a contêm em pouca quantidade; nos alimentos de origem vegetal está ausente. Cada 10 mcg de colecalciferol correspondem a 400 UI de vitamina D.

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